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Gramática de inglês

Capa easy grammar 7Os professores de inglês como eu estão sempre buscando material extra para usar com seus alunos para assim reforçar o aprendizado ou fornecer a prática. Os livros didáticos são necessários, mas sempre há espaço para mais material, uma vez que a prática é o caminho para o aprendizado consistente que levará à fluência no idioma.

A gramática é mesmo necessária?

Os alunos torcem o nariz e professores “mais modernos” relegam a gramática a um segundo (ou terceiro) plano, dando prioridade ao vocabulário ou interpretação. Eu concordo que sem vocabulário não há comunicação – e o objetivo principal de se aprender um idioma estrangeiro é a comunicação – e que sem saber interpretar um texto o aluno dificilmente se sairá bem em vestibulares ou testes de maneira geral. Mas também é verdade que sem a gramática o aluno não entenderá totalmente o que diz, ouve ou lê.

A gramática é a espinha dorsal de uma língua, a chave de seu entendimento para que entendamos seus “porquês” e usemos seu vocabulário de maneira correta num texto escrito ou numa conversação. Ademais, muitos testes e provas e a exigem, de forma que por mais que os alunos a detestem ela será sempre necessária, seja em doses homeopáticas ou em doses maciças, dependendo da necessidade do aluno.

Necessária a gramática, mas nem por isso precisa ser chata. Nem por isso precisa ser complicada. E por isso mesmo preparo muitas apostilas e jogos com conteúdo gramatical, porque a prática fará com que o aluno a assimile de forma agradável.

Se você é professor de inglês e concorda comigo, veja o material que está à sua disposição:

Se você mora no Brasil visite este local aqui.

If you live in another country visit this site here.

Apostilas e jogos interativos em PowerPoint para o ensino e prática de idiomas – inglês – espanhol – alemão – francês – português (inclusive PLE). Se mora no Brasil visite SOS Idiomas; se mora no exterior visite: Digital Goods. Entrega imediata por download.

Zailda Coirano

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Apostilas sobre profissões, com leitura, escrita e interpretação

the maidPubliquei hoje 3 versões da apostila com 4 páginas (apostila do professor com respostas incluída) para download gratuito. Para ver as versões, clique no link correspondente:

ESPANHOL

INGLÊS

PORTUGUÊS (PLE) 

Atualizações semanais (uma ou mais adicionadas). Para receber notificações das novidades use uma das opções para seguir na lateral do blog ou na página inicial da loja virtual.

Zailda Coirano – SOS Idiomas

Jogos em PowerPoint

The wall 2Os jogos em PowerPoint podem ser usados em classe para fazer uma competição entre os alunos, favorecendo dessa forma a prática constante e ao mesmo tempo divertindo-os, ou também podem ser enviados por email aos alunos, para que possam praticar em casa.

O jogo “The Wall” foi especialmente criado para competição em classe, designado para uma revisão de diversos tópicos gramaticais ao mesmo tempo reforçar vocabulário específico.

Como o aluno participa oralmente também é uma boa oportunidade para se trabalhar fonética, pronúncia e entonação. Ao fazer perguntas o professor também auxilia na compreensão auditiva dos alunos.

The Wall

O volume 1 já foi usado com meus alunos e eles adoraram. É composto de 10 arquivos de slides PowerPoint 97, cada um com 25 quadros numerados. Cada quadro pode ser clicado em qualquer ordem. Ao ser clicado o quadro desaparece deixando ver uma parte do fundo onde está uma figura relacionada a vocabulário específico. No volume 1 escolhi “furniture”.

Há também 25 perguntas (cartões) para cada wall, todas relacionadas a tópicos gramaticais.

Para jogar, divida a classe em grupos. Coloque um dos “walls” (escolha o que tem gramática relacionada ao que for melhor para seus alunos). O primeiro aluno do primeiro grupo escolhe um número (quadro). O professor faz a pergunta correspondente e se a resposta for correta, clica sobre o quadro correspondente ao número escolhido e ele desaparecerá, deixando ver uma parte da figura de fundo. Se a resposta for errada a pergunta é anulada e esse quadro irá permanecer até o final do jogo. O grupo ganha um ponto quando acerta.

Após um certo número de rodadas (eu espero até 10 quadros serem virados) o professor pergunta ao grupo com maior número de pontos: “What’s behind the wall?”. Se o grupo souber responder, ganha a rodada, coloque outro muro. Se o grupo errar, continue por mais 4 ou 5 rodadas e pergunte de novo.

No volume 2 eu coloquei todos os walls no mesmo arquivo, estão em sequência, basta o professor ir passando até chegar no muro que deseja utilizar, usando as fichas correspondentes. O vocabulário escolhido nesse volume é “jobs & occupations”.

Cada wall tem instruções inclusas, e também a lista de conteúdo.

Veja abaixo a lista de conteúdo dos dois jogos:

The Wall – volume 1

Vocabulary and grammar contents
vocabulary topic: furniture

Wall 1 – bed + who questions
Wall 2 – table + who answers
Wall 3 – chair + comparatives with 3 syllables
Wall 4 – wardrobe + comparatives with 1 syllable
Wall 5 – couch + comparatives with 2 syllables
Wall 6 – armchair + superlatives with 3 syllables
Wall 7 – kitchen cabinet + superlatives with 1 syllable
Wall 8 – bookshelf + superlatives with 2 syllables
Wall 9 – TV rack + order of adjectives (size, color, material)
Wall 10 – dresser + irregular comparatives and superlatives (bad / good)

The Wall – volume 2

Vocabulary – Jobs & Occupations

Wall 1 – waiter + present perfect
Wall 2 – bus driver + present continuous
Wall 3 – cook + past simple
Wall 4 – dentist + present simple
Wall 5 – maid + third conditional
Wall 6 – nurse + could / can
Wall 7 – photographer + should
Wall 8 – teacher + future with will
Wall 9 – doctor + causative (have something done)
Wall 10 – police officer + future with going to

Para acessar os jogos, clique nos links (títulos) abaixo:

The Wall 1

The Wall 2

As versões em espanhol e português já foram lançadas, procure no site.

Acesse o novo endereço do blog: questaodeclasse.com

Zailda Coirano

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Como praticar inglês

Sentidos da memoriaSabemos que “a prática leva à perfeição” e que só praticando iremos assimilar a informação transformando-a em “aprendizado”. A prática faz com que nosso cérebro assimile e aprenda a acessar e usar a informação nova, ligando-a a informações anteriores já assimiladas e sedimentadas.

O aprendizado

Enquanto profissionais do ensino, nossa preocupação maior deve ser que esse “ensino” resulte em aprendizado real; se não for essa a nossa preocupação primordial seremos como o médico que simplesmente prescreve tratamentos sem dar qualquer atenção ao problema específico de seu paciente.

Facilitaremos nossa tarefa e a tornaremos efetiva (e por “efetiva” entenda-se: “que resulte em aprendizado”) na medida em que fornecermos oportunidades para que a informação seja usada de forma prática e orientarmos nossos alunos sobre formas de praticar o que aprenderam, mesmo quando não estão em sala de aula.

Limites do aprendizado

O aprendizado não possui limites, nós os impomos e depois não conseguimos ultrapassar as fronteiras que nós mesmos criamos. Está provado que o cérebro humano é capaz de reter um número quase incalculável de informação, mas para que essa informação seja priorizada no processo de armazenamento e uso temos que fornecer sua prática constante.

Também não devemos limitar geograficamente o aprendizado do aluno, ou seja: ele pode – e deve – continuar o processo mesmo quando já não está dentro do ambiente da sala de aula. Quanto mais despertarmos em nosso aluno a necessidade de estar em contato constante com as informações fornecidas, mais nos aproximaremos do aprendizado efetivo.

Sugestões de uso

Devemos fornecer diversas formas de prática, desde as tradicionais (apostilas) até as virtuais (jogos, vídeos, sites em língua estrangeira onde têm contato com nativos, etc.). Salas de bate-papo onde apenas o inglês é permitido são uma boa ideia, e podem ser acessadas em horários específicos, devidamente monitoradas pelo professor. Também há diversos sites com jogos que dão feedback instantâneo, muito úteis para que o aluno aprenda divertindo-se.

Também devemos pontuar que as legendas devem ser ignoradas nos filmes, e retiradas quando os alunos atingem o nível intermediário ou avançado. Podemos levar vídeos sem legendas para a aula, ou então enviar links para que os alunos os assistam em casa.

Clipes musicais também são uma excelente fonte de diversão e aprendizado, também trechos de programas de humor e seriados. Os comerciais também estão em grande quantidade na internet, sendo uma excelente fonte de prática e aprendizado.

Seria interessante também dar alguns livros ou gibis em inglês e pedir que preparem um resumo ou questões de interpretação ao final de um certo período. Também podemos recorrer a quadrinhos online com personagens que tanto adultos quanto crianças gostam, como Garfield e Turma da Mônica (agora também em inglês).

Quanto mais formas de prática fornecermos, maior será o volume de informação adquirida como aprendizado, e maior será o êxito alcançado em nossa missão.

Leia também:

5 motivos para usar a internet no ensino

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Material didático:

Printable Worksheets 1

Apresentação rodapé do blog

Games

Capa Boardgames 1Se você é professor de inglês sabe da dificuldade de manter os alunos interessados, sem que a aula caia naquele marasmo das listas de palavras para traduzir. Aquilo é o fim da picada, não há quem consiga ficar acordado…

Também sabe que mesmo não contando com o “entusiasmo” dos alunos, temos um cronograma a cumprir e mesmo que aos trancos e barrancos ele tem que ser levado a cabo.

Pare por aí. Se você concordou com tudo até agora, alguma coisa está errada. A aula de inglês não tem que ser  chata. Os alunos não precisam  ser dispersos e desinteresssados. O cronograma não deve ser um fardo pesado atado às nossas costas.

Aulas interessantes e atrativas

O que torna a aula atrativa? Há duas fases em nossas aulas: quando passamos a informação e quando fornecemos a prática para que o aprendizado se processe. Em ambas as fases há formas de conseguir conquistar o interesse e o envolvimento dos alunos, tornando a aula de inglês um momento agradável que eles esperam com ansiedade.

Passando informação

A aula deve ser descentralizada, ou seja: em vez de focar no professor, ela deve ser focada nos alunos. Em vez de longas e tediosas explicações, preleções teóricas cansativas, monólogos sem fim, que tal inserir perguntas, lançar desafios? Por que dar a resposta pronta? Deve-se conduzir o raciocínio dos alunos às respostas e para que cheguem a respostas, temos que formular perguntas. Essas perguntas os levarão à reflexão e essas, às conclusões.

Em vez de dizer: usamos o “present continuous” para descrever ações que estão acontecendo no momento em que se fala, por que não fazer perguntas? Que tal colocar algumas frases no presente e outras usando o “present continuous” e pedir aos alunos que descubram diferenças?

Que tal grifar palavras como “now”, “at the moment”, “always” e “every day” e colocar abaixo: “when”?

Que tal perguntar a eles when that happened? Is that an habit or is it happening just now? How do we describe actions in progress? E depois pedir a eles que façam frases descrevendo coisas que estão acontecendo agora?

Naturalmente que sua preparação de aula – com perguntas que estejam de acordo com a maturidade e vivência deles – é essencial.

Fornecendo prática

Depois de passar a informação (com perguntas e a participação direta dos alunos) precisamos fornecer prática, para que não esqueçam tudo e voltem com o cérebro zerado na próxima aula. Podemos preparar jogos, que serão muito bem-vindos. Podemos preparar apostilas que os contenham, ou que contenham atividades variadas e divertidas, que serão um desafio e um prazer.

Os jogos nessa fase podem ser palavras cruzadas, exercícios de ligar frases com figuras, caça-palavras. Podemos trabalhar textos interessantes sobre assuntos de que eles gostam, com informações verdadeiras que terão prazer em desvendar. Para os jovens podemos usar o Orkut, o Facebook, programas de TV, informações sobre seus ídolos da música, letras das músicas, trechos de seus seriados favoritos. Para as crianças podemos usar histórias em quadrinhos, contos, textos curtos que descrevam aventuras de outras crianças. Para os adultos os temas como “mercado de trabalho”, “entrevista de emprego”, “como se sair bem em concursos” serão apreciados.

Podemos depois apresentar tabuleiros e praticar o que aprenderam com uma competição onde poderão descobrir quanto aprenderam e até ganhar alguns prêmios.

Leve dados, fichas, tabuleiros, pequenos prêmios (lapiseiras, adesivos, chocolate, balas…) para os vencedores. E não esqueça dos prêmios de consolação participação, eles são importantes para incentivar também quem ficou um pouco abaixo da média ou teve um pouco mais de dificuldade.

Como preparar?

Aqui nesse site mesmo você encontrará sugestões de atividades, e pode também encontrar lotes de apostilas com jogos e atividades diversas aqui. São lotes de apostilas (leia as descrições antes para ver se elas se encaixam ao que está ensinando) com atividades diversas, algumas são inteiramente de jogos para a aula de inglês, e há até um lote especial só com jogos de tabuleiro, para que seus alunos se divirtam competindo e ganhando (conhecimento e prêmios).

Estou também trabalhando no primeiro pacote de jogos interativos em PowerPoint, que deve ficar pronto até o final da semana. O primeiro lote será “What’s behind the wall?”, cada lote com 10 walls (cada um com uma figura escondida) + 250 cartões com perguntas. Esse primeiro lote irá trabalhar o tópico “furniture” (vocabulário) + who questions / comparatives / superlatives (gramática). Com ele você poderá promover uma festa, sugiro que leve alguns prêmios e fique de olho, deve estar pronto no final da semana.

Outros jogos virão, caso queira ser informado não se esqueça de se cadastrar no site.

Leia também: Apostilas para seu curso de inglês

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